Entrevista ao Guilherme: Novo colaborador do blog

Boas caros leitores! Tenho hoje a apresentar-vos o novíssimo membro da equipa de colaboradores deste grande blog, chama-se Guilherme e esta aqui para ajudar no que for preciso a comunidade portuguesa do Ikariam. (Também podes fazer parte desta equipa, tendo para isso de te informar sobre como o fazer aqui (tal e qual o que o Guilherme fez)) Para mais informações sobre o Guilherme apenas terá que continuar a leitura deste artigo, onde poderá ler um pouco sobre a vida privada do Guilherme e da sua relação com este jogo.

GPedro:
Antes de mais deixa-me agradecer-te por teres aceite fazer parte desta equipa e por responderes a esta entrevista, espero que os leitores gostem daquilo que lhes deixares ?
Guga14:
Olá Pedro. Aceitei este convite porque, como já te expliquei, tenho um pouco de tempo livre e gosto muito deste jogo que é o Ikariam. Vou tentar corresponder às expectativas e dar o meu melhor para elucidar os leitores.

GPedro:
Antes de tudo, fala-nos um pouco sobre ti. O teu nome, idade, onde vives, hobbies, etc Qualquer informação que aches interessante partilhar da tua vida privada estás à vontade de o fazer ;)
Guga14:
Então, chamo-me Guilherme, tenho 17 anos e moro no Alentejo, ao pé de Évora. Quando não tenho nada para fazer para a escola :S normalmente passo a maior parte do meu tempo no computador. Tenho jogado alguns MMORPG’s ao longo dos anos e penso que não sou nenhum desentendido na matéria. Adoro cinema e anime (e mangá também :P ) mas confesso que não percebo muito de filmes nem de cinema porque vejo a maior parte dos filmes no computador e nunca fiz um esforço para melhorar o meu conhecimento nessa área, infelizmente.

GPedro:
Quais foram os motivos que te levaram a candidatar para membro desta equipa? Que coisas desejas fazer através deste blog?
Guga14:
Eu gosto bastante do Ikariam. Vou responder a esta questão mais à frente mas gostava desde já referir que já joguei Ikariam no passado e depois deixei, por isso a conta foi apagada. Portanto, apesar de ter uma pontuação bastante baixa no servidor Iota (porque comecei a jogar novamente à cerca de três semanas) considero-me um jogador com algum conhecimento sobre o jogo e por isso pensei que poderia ajudar outros jogadores através do blog e trazer outro suporte de informação sobre o Ikariam, mesmo já existindo um Fórum oficial que considero bastante bom. Outras intenções seriam pura e simplesmente o entretenimento e o convívio através do blog e a troca de impressões com outros jogadores. Sim, porque eu espero não só ajudar como também ser ajudado.

GPedro:
Para além do Ikariam, existe mais algum jogo que jogue regularmente deste tipo?
Guga14:
De momento não. São poucos os jogos de browser que me aliciam, e os que o fazem, passam a ser aborrecidos em pouco. Costumava jogar com muita frequência (a toda a hora) MMORPG’s, como já referi. Entre eles estão jogos como Atlatica Online, Shaiya, Dragonica e à algum tempo atrás Dofus. Infelizmente deixei de jogar a todos a pouco e pouco por causa da escola pois estou no 11º ano, ano que penso ser decisivo, pelo que achei mais correcto dedicar-me um pouco mais aos estudos.

GPedro:
Quando e como é que descobriste o Ikariam?
Guga14:
Para ser sincero não faço a mínima ideia de quando foi, mas sei que já lá vai algum tempo. Quanto à forma, essa é fácil, puro acaso. Estava a navegar na net quando vi pela milésima vez uma daquelas hiperligações para jogos e coisas parecidas e que sinceramente agora não me lembro do nome :P Decidi entrar e comecei a jogar.

GPedro:
Em que servidor jogas(te)? Quais foram as classificações mais altas que já alcançaste? (Não apenas na classificação geral)
Guga14:
Bem parece que o grau de dificuldade vai aumentando à medida que avançamos nas perguntas. O servidor tenho a certeza que foi o Beta e lembro-me que fiz parte da aliança Elite e da Troya. Inclusivamente até me lembro do nome de alguns jogadores como Spypt, XDViper, Anksunamun (a líder da Troya se não estou em erro), LaraCroft, Barba Negra/strauss e muitos outros que me suportaram durante a minha estadia heheh. Quanto a classificações vai ser mesmo impossível dizer mas tenho a certeza absoluta que atingi os 300.000 na geral lol. Também posso dizer mais uma coisa acerca da minha pontuação. Já não me lembro de quanto era mas tenho a certeza de que a minha pontuação de Generais estava abaixo da média por motivos que vou explicar numa das próximas perguntas.

GPedro:
Já alguma vez compraste ambrósias? (Ou costumas compra-las?) Qual é a tua opinião sobre elas?
Guga14:
Não, nunca comprei mas já usei. Lembro-me que recebi um cupão que me deu ambrósia por isso usufrui dos benefícios durante algum tempo. Sinceramente não vejo uma diferença abismal entre possuidores e não possuidores de ambrósia. Claro que ajuda um pouco, ficamos mais organizados e é mais fácil de gerir o império quando se tem muitas cidades. Uma belíssima vantagem é a lista de espera para construção que permite ao jogador continuar a evoluir mesmo não estando presente. De resto penso que um bom jogador e com o tempo suficiente para entender como funcionam a maior parte dos mecanismos consegue de igual forma com ou sem ambrósia. Não posso, no entanto, deixar de referir o facto de a ambrósia ser a mais rentável ou a única forma de rendimento para o criadores deste magnífico jogo, que acarreta certamente alguns custos que são necessários pagar e que na minha opinião devem ser os utilizadores do serviço (os jogadores claro) a pagá-los.

GPedro:
Qual é o teu estilo de jogo? Preferes ser um jogador que obtém os seus recursos em grande percentagem a partir de pilhagens ou preferes o desenvolvimento da tua cidade e ilha? Dás uso frequente ao mercado?
Guga14:
Parece que chegou a hora de justificar a minha baixa pontuação de Generais. Sempre fui um jogador pacífico, prefiro dedicar-me à evolução das minhas cidades e divertir-me com os colegas de aliança e não só do que obter os meus recursos e virar o meu jogo mais para o estilo militar. Claro que tinha tropas, mas com um carácter principalmente defensivo. Na verdade preferia ajudar os colegas de aliança que pediam auxílio por tropas defensivas do que atacar outros jogadores. Sempre joguei um pouco isolado, com pouco contacto entre jogadores de outras alianças e com muito poucos inimigos :D
A última parte da pergunta considero-a bastante pertinente. Existem dois edifícios que me arrependo de não ter utilizado mais e de não lhes ter dado a devida atenção. São eles o mercado e a espionagem. O mercado seria de esperar que um jogador como eu, que não costumava pilhar para obter recursos utilizasse, mas não. Pelo menos não com muita frequência. Realizava bastantes trocas de recursos mas preferia manter as minhas trocas dentro da aliança, até porque, pelo menos na Troya, havia sempre imensos pedidos de troca e de ajuda militar (talvez por ter um número de jogadores que ultrapassava qualquer outra aliança naquele Mundo). Sendo assim fica um pouco difícil argumentar em relação ao mercado mas daquilo que utilizei sei que é possível encontrar excelentes negócios, apenas é preciso ter paciência e um pouco de inteligência. A espionagem é outra conversa, considero ser um dos edifícios mais importantes para qualquer jogador. A razão de não lhe ter dado a devida importância prende-se ao facto de não realizar ataques com frequência e por isso pensar não ser uma necessidade. Sei agora que estava enganado, a espionagem é crucial para poder definir se vamos ou a forma como vamos atacar um jogador ou uma ilha mas é também crucial na defesa das nossas cidades, principalmente quando começamos a evoluir mais e o número de habitantes começa a aumentar.

GPedro:

Relativamente aos edifícios que foram introduzidos à pouco tempo, que têm como função aumentar consideravelmente a produção de recursos ou dar um grande desconto na construção de novos edifícios/evolução deles. Costumas investir bem neles ou nem por isso? Qual deles preferes?
Guga14:
Esta resposta não vai ser dada com base em cálculos aprofundados que tenha feito mas sim em meia dúzia de contas de cabeça e ponderações que fiz quando eles apareceram. Para responder à primeira pergunta basta um sim, costumo investir e bem. Simplesmente porque penso que quer uns quer os outros são muito vantajosos, principalmente quando começamos a precisar de muitos recursos. À medida que avançamos no jogo, a nossa população vai crescendo e ficamos com a possibilidade de investir mais em trabalhadores para ganhar recursos e para não diminuir a velocidade de expansão do império, mas isso é impossível visto que as minas, pedreiras, florestas, etc. têm um número máximo de trabalhadores e mesmo com as doações vai chegar a um ponto em que precisamos de mais recursos e a velocidade de extracção não é suficiente. Por isso penso que são edifícios muito úteis para quem quer evoluir rapidamente e principalmente para quem tem um estilo de jogo parecido com o meu, em que a única forma de obter recursos é por troca directa ou através dos recursos das ilhas.
Em relação à escolha entre eles, é onde entram a minha meia dúzia de contas de cabeça. Visto que os edifícios que aumentam a produção dão um bónus de 2% a cada nível, isso quer dizer que no nível 24 vão dar um bónus de 50% na extracção de um determinado bem, nessa ilha, pois começam com um bónus de 4%. Os edifícios que diminuem a quantidade de um determinado recurso necessário na ilha onde são construídos diminuem essa quantidade em 1% a cada nível. Excepto o palácio/residência do governador e a academia, todos os outros edifícios apenas necessitam de madeira e mármore para serem evoluídos. Outro factor é o facto de para diminuir a percentagem de recursos necessários em todas as ilhas temos de construir um destes edifícios em cada uma das cidades enquanto que se utilizarmos os outros que dão um bónus aos materiais extraídos apenas precisamos de evoluí-lo na cidade de onde extraímos esse recurso e depois podemos transportar a quantidade necessária entre as ilhas com os barcos de comércio. Notem que as minhas contas não vão além de meras especulações pelo que posso estar errado. Também não entrei em linha de conta com o custo necessário para evoluir estes edifícios por isso não posso ter 100% de certezas qual será melhor. No entanto posso dizer mais uma coisa, na cidade onde costumam treinar o maior número de tropas, a fábrica de pirotecnia (edifício que diminui as quantidades necessárias de enxofre numa cidade) é muito útil pois diminui também as quantidades necessárias de enxofre para o treino do exército e da frota, se bem me lembro.

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